Havia numa pequena cidade uma senhora muito idosa, cuja única companhia era um gato. Esse gato era muito feio, magro e mau-humorado; já a senhora era muito gentil e bondosa, era como essas senhoras que haviam antigamente, que faziam doces e guloseimas e eram extremamente amáveis, e ela tratava seu gato com muito carinho, o que não quer dizer que ele gostava dela.
O gato muitas vezes a arranhava, quando ela lhe fazia carinho, e mordia quando ia tomar banho, muitas vezes roubava a comida, mas mesmo assim a senhora o tratava com todo carinho, cuidava de suas feridas, vacinava-o contra doenças e lhe alimentava, ela dizia que ele era assim desde pequeno e parecia não se importar com sua má-criação.
Um dia, um morador daquela cidade observando aquelas cenas, ela tratando e cuidando do seu gato, enquanto ele lhe mordia, arranhava e se contorcia, resolveu perguntar a ela:
- Bom Dia! Tenho visto já há algum tempo você cuidando do seu gato e como ele lhe machuca o tempo todo, e gostaria de lhe perguntar o porque você continua cuidando dele, mesmo ele não gostando? Porque não arrumar outro gato mais bondoso?
Ao que ela lhe respondeu:
- Penso nesse gato, como se fosse eu mesma. Ele se debate, morde, reclama, mesmo que eu lhe esteja a curar as feridas, a dar-lhe comida, e não entende que muitas das coisas que faço, mesmo que pareçam doer é para o seu próprio bem. E eu também sou assim, Deus me ama e cuida de mim, trata minhas feridas e me sustenta, mesmo enquanto eu lhe mordo, arranho, xingo, reclamo.
E continuou dizendo:
- Ele poderia com todo Seu Poder, ter criado uma nova humanidade, que lhe fosse obediente, mas preferiu nos amar, a ponto de mandar seu Filho ao mundo, para nos resgatar. Ele demonstra por mim, tanto Amor e Graça, pois além de não entender que tudo que Ele faz é para o meu próprio bem, eu ainda sou responsável pela morte de Seu Único Filho! Porque não demonstraria eu o mesmo para com esse gato, que nunca matou um filho meu?
E depois de dizer essas coisas, voltou a cuidar de seu gato ingrato.
Sola Gratia, Sola Scriptura, Sola Fide, Soli Deo Gloria.
O gato muitas vezes a arranhava, quando ela lhe fazia carinho, e mordia quando ia tomar banho, muitas vezes roubava a comida, mas mesmo assim a senhora o tratava com todo carinho, cuidava de suas feridas, vacinava-o contra doenças e lhe alimentava, ela dizia que ele era assim desde pequeno e parecia não se importar com sua má-criação.
Um dia, um morador daquela cidade observando aquelas cenas, ela tratando e cuidando do seu gato, enquanto ele lhe mordia, arranhava e se contorcia, resolveu perguntar a ela:
- Bom Dia! Tenho visto já há algum tempo você cuidando do seu gato e como ele lhe machuca o tempo todo, e gostaria de lhe perguntar o porque você continua cuidando dele, mesmo ele não gostando? Porque não arrumar outro gato mais bondoso?
Ao que ela lhe respondeu:
- Penso nesse gato, como se fosse eu mesma. Ele se debate, morde, reclama, mesmo que eu lhe esteja a curar as feridas, a dar-lhe comida, e não entende que muitas das coisas que faço, mesmo que pareçam doer é para o seu próprio bem. E eu também sou assim, Deus me ama e cuida de mim, trata minhas feridas e me sustenta, mesmo enquanto eu lhe mordo, arranho, xingo, reclamo.
E continuou dizendo:
- Ele poderia com todo Seu Poder, ter criado uma nova humanidade, que lhe fosse obediente, mas preferiu nos amar, a ponto de mandar seu Filho ao mundo, para nos resgatar. Ele demonstra por mim, tanto Amor e Graça, pois além de não entender que tudo que Ele faz é para o meu próprio bem, eu ainda sou responsável pela morte de Seu Único Filho! Porque não demonstraria eu o mesmo para com esse gato, que nunca matou um filho meu?
E depois de dizer essas coisas, voltou a cuidar de seu gato ingrato.
Sola Gratia, Sola Scriptura, Sola Fide, Soli Deo Gloria.
Olá, irmãos!
ResponderExcluirBom que gostaram do texto publicado pelo Egleidson Gomes no site dos Salva-Vidas da Getsêmani BH. Fiquem a vontade para re-postarem qualquer texto que quiserem por aqui, mas citem a fonte, por favor.
Grande abraço e que Deus abençoe o trabalho de vocês.
Pr. Nivton - Salva-Vidas Getsêmani BH